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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Jazz Cigano Quinteto







O Jazz Cigano Quinteto tem sua base em uma formação de jazz manouche francês surgido em 1930. O grupo se reuniu em torno do violonista Eduardo Mercuri e do baterista Mateus Azevedo, que se interessaram em explorar as possibilidades do estilo e começaram a ensaiar no final de 2008 na Faculdade de Artes do Paraná(FAP). O contrabaixista Fred Predrosa, que já tocava com os dois músicos em outro projeto da mesma faculdade, foi convidado a participar do grupo. Em seguida, Vinícius Araújo, outro violonista que já estudava o estilo,uniu-se ao grupo que chegou a se apresentar sob o nome de Jazz Cigano Quarteto. Em outrubro de 2009, à convite de Fred, o violinista John Theo completa o então conhecido Jazz Cigano Quinteto.Com um repertório que contém temas consagrados por Django Reinhardt, releituras de choros brasileiros, Beatles, standards de Jazz e composições próprias, o Jazz Cigano Quinteto tornou-se destaque no cenário instrumental e um dos grandes representantes do estilo no Brasil.


Venda de Cds e contato com "Mateus Azevedo" <mateusaze@gmail.com>, "Fred Gonçalves Pedrosa" <frecas@gmail.com>, 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Congresso Mundial de Musicoterapia em Seoul 2011

1347 participants from 45 countries attended a stunning 13. World Congress of Music Therapy in Seoul, Korea. Get a taste of the scientific and cultural highlights by watching this video clip. 

A Musicoterapia, concursos públicos e o Sistema Único de Assistência Social (SUAS)


Entrevista com a musicoterapeuta Laize Guazina


Laize Guazina é musicoterapeuta social e etnomusicóloga, profa. da Faculdade de Artes do Paraná e coordenadora do Grupo de Trabalho de Musicoterapia no SUAS (GT MT/SUAS) da União Brasileira das Associações de Musicoterapia, que articulou a entrada da Musicoterapia no SUAS. Também é articuladora nacional da carreira de Musicoterapia junto ao Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).

Agosto/2011.

1) Como você vê a oferta de concursos públicos para musicoterapeutas? São escassos? A quê se dá essa escassez?

A oferta de concursos públicos para musicoterapeutas ainda é pequena, apesar de que temos visto a possibilidade concreta de ampliação das vagas pela entrada da área no Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e por outras ações. Este é um tema complexo que precisa de um conjunto de elementos para sua compreensão. Aí estão envolvidos  a história da carreira no Brasil, sua visibilidade mais ampla como campo profissional e de conhecimento, além de aspectos relacionados à organização política da carreira e de sua produção científica. De um modo geral, minha experiência de militância política na carreira como coordenadora do Grupo de Trabalho Musicoterapia no SUAS (GT MT/SUAS) da UBAM,  que foi responsável pela entrada da Musicoterapia no Sistema Único de Assistência Social em Março de 2011, como professora de uma graduação em Musicoterapia (FAP-PR) e como pesquisadora do tema das políticas públicas a partir das perspectivas da Musicoterapia Social, penso que a pouca oferta de concursos pode ter relação com um certo distanciamento do campo da Musicoterapia das diretrizes, discussões e ações históricas das políticas públicas no país e das discussões sociais mais amplas. Isso significa, na prática, a necessidade de termos conteúdos de políticas públicas sendo ensinados, pesquisados e problematizados, e as realidades sociais e as contribuições das Ciências Sociais e Humanas sendo debatidas cada vez mais dentro do campo da Musicoterapia em termos do desenvolvimento de nossos modos de pensar e agir. 

As políticas públicas constantemente demandam perspectivas sociais das áreas, como é o caso do SUAS. Como as perspectivas sociais têm tido cada vez mais amplitude nos estudos musicoterapêuticos nos últimos anos, é compreensível que possamos construir outras discussões no sentido das políticas públicas e, assim, obter novos ganhos. Isto não significa que outras vertentes não tenham contribuído ou não continuem fazendo isso hoje, porque os ganhos em termos de políticas públicas - ou seja, a garantia e/ou construção de direitos sociais - são lutas que se realizam historicamente, com os esforços de muitas pessoas e muitas gerações, e que envolvem os muitos nichos de trabalho da área. Um campo profissional ganha densidade também pela sua complexidade e alcance teórico-metodológico, portanto, é importante termos diferentes perspectivas. Outra questão sensível para produzirmos concursos é a necessidade de maiores estudos históricos na área, porque nos ajudam a dimensioná-la nas realidades atuais; e a movimentação política dos profissionais e estudantes, que precisa ser cada vez mais ampliada como coletivo. Sem pressão política coletiva e cada vez mais qualificada as políticas públicas não respondem aos nossos anseios. Isto é uma relação concreta e direta. Quanto mais trabalhamos juntos, fortalecemos e qualificamos a organização política da carreira e sua atuação política institucional (que é feita pelas associações que formam a UBAM) junto ao poder público e outras carreiras, [quanto mais] fortalecemos os cursos de formação em Musicoterapia e suas pesquisas, mais conseguimos concursos. Qualificar a ação política e ter em mente que isso é intervenção concreta e massiva junto ao poder público nas suas várias instâncias, é central. Para isso, os profissionais e estudantes precisam estar envolvidos nessas tarefas, de modo micropolítico e macropolítico.


2) Com a entrada do musicoterapeuta como especificidade no Sistema Único de Assistência Social (SUAS), como garantir a entrada do musicoterapeuta por meio de concurso público?


É preciso construir a ação política da carreira em várias instâncias, contando com a participação dos profissionais e estudantes, incluindo a ação direta das associações, que são os 'braços' políticos da UBAM no território nacional. É preciso que as associações representem os musicoterapeutas nas conferências municipais e estaduais da Assistência Social, bem como uma atuação articulada e fortalecida da UBAM (que é o conjunto das associações) na conferência nacional, como na que estive em Março de 2011, em Brasília, quando efetivamos a entrada da Musicoterapia no SUAS. Os profissionais e estudantes também precisam ir às conferências para que tenhamos peso político e para que as pessoas desde já fiquem inteiradas de como isso funciona, já que pode reverter em empregos diretos a curto, médio e longo prazo. Tem também outros aspectos, como a criação dos cargos de Musicoterapeuta nos municípios e no Estado, por exemplo, caso eles não existam. Um problema que enfrentamos é que há a tendência de serem feitas contratações de musicoterapeutas ao invés de concursos. Esta situação não atinge apenas aos musicoterapeutas e indica a precarização existente na política. A carreira tem que enfrentar esse desafio para crescer. Outro aspecto importante é a permanência nas políticas: a entrada no SUAS somente será consolidada com estes movimentos. Se a carreira não se movimenta como um todo, ou seja, se os profissionais e estudantes, dentro e fora das associações, não se implicarem nisso, podemos correr o risco de não permanecer. Isto não é algo que o Grupo de Trabalho Musicoterapia no SUAS possa garantir, por exemplo, porque é algo macrossocial: precisa de muitas pessoas em muitos lugares participando das conferências, conversando com as secretarias de Assistência Social, levando projetos e informando os gestores dos serviços sobre nossa entrada no SUAS, entre outras possibilidades.


3) Qual a vantagem para a instituição em ter um profissional musicoterapeuta concursado como o musicoterapeuta em seu quadro de funcionários?


Entendo que a resposta para isso esteja na pergunta: como o musicoterapeuta pode efetivamente contribuir com os usuários da instituição, com o sistema público (como o SUAS ou o SUS), com os demais profissionais e com a realidade social? O que ele tem de diferencial?
Podemos trabalhar de muitas maneiras, atender diferentes usuários dos sistemas públicos em suas diferentes necessidades, bem como os trabalhadores, utilizando a música em Musicoterapia como dispositivo social que elenca potências de vida de modo criterioso, estratégico e suportado por um campo profissional e de conhecimento complexo. Isso não é pouco. Um profissional que seja concursado pode desenvolver trabalhos a longo prazo e contribuir profundamente com a construção da instituição e de outras possibilidades de intervenção em Saúde ou na Assistência Social, por exemplo.

Grupo de Trabalho / GT Musicoterapia do SUAS
Coordenação:  Ms.  Mt. Laize Guazina
Integrantes: Laize Guazina, Camila Gonçalves, Magali Dias, Jakeline Fascina Vitor, Rosangela Landgraf do Nascimento, Leonardo Cunha, Andressa
Colaboradores: Gustavo Gattino, Rosemyriam Cunha, Ana Bispo e Alcides Valeriano

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Diego Shapira - Abordagem Plurimodal

I Encontro Brasileiro de Musicoterapia Plurimodal


Hace muchos años, cuando comenzó a crearse esto que hoy es el Abordaje Plurimodal, el gran objetivo era encontrar un sustento teórico que me ayudara a mí, y a mis colegas más cercanos, a ir a trabajar con nuestros pacientes de manera eficiente. En ese camino comenzamos a difundir las ideas que fuimos recogiendo de los teorizadores que estudiamos, fuimos desarrollando conceptos propios y técnicas que compartimos con nuestros colegas, y casi sin advertirlo se generó un cuerpo sistematizado de ideas, técnicas y procedimientos que es el APM. No es algo que me haya propuesto a priori, ni con lo que hubiera soñado. Pero cada vez más musicoterapeutas de Argentina y de Uruguay lo fueron adoptando como su propio marco teórico, con un crecimiento increíble.
Hago esta pequeña introducción para que pueda advertirse la importancia que tiene para mí, el que se haya realizado en Curitiba el I Encontro Brasileiro de Musicoterapia Plurimodal. Hemos hecho anteriormente seminarios de Musicoterapia Plurimodal en Brasil, en Chile, Bolivia, Perú, Colombia, Cuba, México, España e Italia. Pero esta ha sido la primera vez que escuchamos a colegas brasileros, que se han formado en el APM, exponer sus trabajos teóricos y realmente la emoción que se siente es muy diferente. Sinceramente no sé cómo transmitir la alegría, el respeto y la admiración que sentí al escuchar a los musicoterapeutas brasileros, hablando desde el APM, y agregando cada uno sus “condimentos” particulares.
Ya de regreso en Buenos Aires, no me he cansado de contarles a mis colegas y alumnos la hermosa experiencia que viví en ese día. No sólo por las ponencias, sino por el haber vuelto a sentir ese maravilloso sentido de “comunidad profesional” que han sabido construir los musicoterapeutas de Brasil. Lo viví con la generosidad de la Facultad de Artes de Paraná, que abrió sus puertas para que el Programa ADIM pudiera realizar el encuentro en sus aulas. Lo viví con la actitud fraterna y abierta de la Asociación de Musicoterapia de Paraná (AMT-PR), que brindó sus recursos para que todo saliera bien. No quiero nombrar a todos los que nos dieron su apoyo, para no cometer la injusticia de olvidar a alguien. Todo lo vivido en Curitiba hizo que regresara con el corazón lleno de alegría, y de agradecimiento. Ojalá haya podido corresponder en algo todo lo que me dieron. Ojalá sigamos trabajando juntos, con verdadero sentido de hermandad, para que la musicoterapia siga creciendo, y para que los musicoterapeutas, donde quiera que estemos, nos sintamos parte de una comunidad de profesionales que trabaja con eficiencia, alegría y placer.
Nuevamente, gracias.
Diego Schapira

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Plenária do Fórum dos Trabalhadores


Prezados musicoterapeutas e estudantes de musicoterapia,
Já sabemos que o musicoterapeuta é parte da equipe do Sistema Único de Assistência Social, o SUAS, o qual tem alcance nacional, como o SUS, mas na área social.
Porém, o trabalho está só começando: para garantir nossa inserção, é preciso construí-la e debatê-la em espaços abertos com outros trabalhadores do SUAS, o que acarretará em diversos ganhos para nossa classe e para o usuário do SUAS em seus diversos níveis de proteção social, inclusive na geração direta de empregos para musicoterapeutas via concursos públicos e na ampliação de espaços públicos de atuação.

Esse é um convite e convocação para estarem presentes na 1a plenária aberta do Fórum dos Trabalhadores do SUAS, o qual tem sido construído em conjunto com o GT Mt no SUAS.
A conquista é nossa e a responsabilidade também.
Segue convite e inscrição nesse link, até 01 de julho de 2011. A plenária será dia 03 de julho de 2011, domingo que vem, a partir das 8h30.
A hora é agora!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

AMTPR no Twitter

www.twitter.com/amtpr.


MTs,

O twitter da AMTPR está no ar!

Nos ajudem a divulgar a nossa presença nas redes sociais!

Para seguir, basta acessar www.twitter.com/amtpr.

Abraços,
       
Edelayne Machado
     twitter_16  blogger_16 linkedin_16 flickr_16

domingo, 22 de maio de 2011

The Music Never Stopped Trailer 2011 HD

Fórum 40 anos AMT-PR

Fórum 40 anos AMT-PR
16-18 de setembro de 2011
Curitiba-PR

Convidados internacionais: Prof Dr. Rolando Benenzon e Ms. Mt Marcela Lichtensztejn
Curso Pré-Fórum "Musicoterapia na Reabilitação Neurológica" - Ms. Mt Marcela Lichtensztejn
Musicoterapia no Brasil: pesquisa, prática e inserção nas políticas públicas - SUAS
Cursos especiais - Apresentações de trabalhos

Mais informações em breve!


--
Associação de Musicoterapia do Paraná
Gestão 2010/12
www.amtpr.com.br
http://amtpr2010.blogspot.com
(41) 9181-3851

domingo, 15 de maio de 2011

Aluna de musicoterapia da FAP vence por unanimidade o concurso “O Maior Imitador da América Latina”


Fonte: conteúdo UOL.

A curitibana Michele Mara venceu por unanimidade o concurso "O Maior Imitador da América Latina", do "Domingão do Faustão". A cantora foi a favorita da plateia, dos telespectadores e dos jurados, com seu cover de Aretha Franklin.



sábado, 16 de abril de 2011

TERCEIRO DIA NA REATECH





Segundo dia na REATECH




O segundo dia da Reatech foi um sucesso, recebemos muitas visitas especiais, Fabiana Sakai (musicoterapeuta paranaense), alunos da Faculdade Metropolitana Unida, Roberta da APEMESP, Tânia da Faculdade Paulista de Artes,  da Profª Tatiana Lawrence da Universidade Paulista de Medicina,  tivemos uma Embolada (Camila e Paulo).



domingo, 7 de novembro de 2010

Associação no Encontro de Pesquisa em Salvador - X ENPEMT -








Lançamento da X Revista Brasileira de Musicoterapia

                                                       Magali e Gabriela ( AMT-PR)
      


 X ENPEMT - Encontro Nacional deLançamento da X Revista Brasileira de Musicoterapia Pesquisa em Musicoterapia - 29 a 31 de Outubro29 a 31 de Outubro - Salvador - Bahia

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Dia do Musicoterapeuta -15 de setembro



 Em abril de 1991, Luiz Antônio Fleury Filho, então governador de São Paulo, decretou a data de 15 de setembro como o Dia do Musicoterapeuta. Logo a comemoração foi estendida para o resto do país.



Parabéns a todos os musicoterapeutas do Brasil !!!!!!!!

sábado, 21 de agosto de 2010

Congresso Latino Americano de Musicoterapia

Colômbia - Bogotá

                                                                 Brasileiros no CLAM

Musicoterapeutas  Paranaenses  no CLAM 
Magali Dias e Noemi N. Ansay
                                                     Musicoterapeuta Clara Piazzetta.


                                                      Cômite do CLAM